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Capítulo 14

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Novel Info

Capítulo 14

— O quê?! — trovejou Choo-ja.

Lee-yeon se encolheu.

— Você enlouqueceu?! Perdeu completamente o juízo?!

Choo-ja quase bateu nas costas que estava acariciando há pouco. Lee-yeon saltou do sofá e correu para o outro lado, tentando se afastar.

— Ele não lembra de nada! Perdeu todas as memórias! Eu não tive escolha! Assim que acordou, me segurou com tanta força…! Eu fiquei com medo, então menti para ele para evitar que ele me matasse!

— Você não pode esconder a verdade para sempre! — esbravejou Choo-ja.

— Você não entende nada, Choo-ja! Aquele homem estava enterrando uma pessoa viva! Ele é o tipo de pessoa que mataria alguém só por trocar olhares com ele!

Lee-yeon engasgou com as próprias palavras ao se lembrar da cena horrível daquela noite.

— Eu estava apavorada, tá legal?! E se ele tivesse me arrastado e me enterrado viva também?!

— Céus…

— Eu precisava dar um jeito! Principalmente quando o assunto é um monstro como ele!

Lee-yeon colocou as mãos na cintura, respirando fundo. Seus olhos ainda estavam úmidos pelas lágrimas de antes, mas havia um brilho determinado neles.

— Eu só quero minha vida de volta… Sempre trabalhei duro para isso.

Sua voz tremeu. Choo-ja assentiu. Lee-yeon nunca foi o tipo de pessoa que desistia fácil. Ela sempre sonhou com uma vida tranquila e pacífica. E agora, parecia estar completamente apavorada com a possibilidade de perder o controle de sua própria vida por causa desse homem.

— E se ele descobrir tudo? — murmurou Lee-yeon. 

— Eu só preciso encontrar o verdadeiro culpado…

Choo-ja franziu o cenho. Nada do que Lee-yeon dizia fazia sentido.

— Então tudo volta ao normal…

Ela murmurou isso como se estivesse tentando se convencer. Seu cabelo caía de maneira desgrenhada sobre os ombros. Ela parecia um fantasma. Naquela noite, naquele instante, todos os seus pensamentos e forças estavam focados na serra que segurava em mãos. Devia ter sido uma pancada e tanto para deixá-lo no estado vegetativo.

Ela sabia que tudo começou naquele momento. Desde então, sua vida havia saído completamente do controle. Ela não queria ser manipulada. Faria qualquer coisa para recuperar sua vida sem se meter em problemas por muito tempo.

Se Kwon Chae-woo tivesse desconfiado da situação, poderia ter feito algo terrível com ela. Para manter tudo sob controle, ela precisava mentir e fingir que era sua esposa. Se queria que ele fizesse o que ela quisesse, precisava fazê-lo acreditar que era alguém próximo, alguém que ele não poderia machucar.

Mas isso não fazia o menor sentido para Choo-ja. Esse não pode ser o caminho certo. Lee-yeon não fazia ideia de como um relacionamento entre um homem e uma mulher podia mudar com o tempo. Ela não sabia o quanto podia ser cansativo ficar presa a alguém errado.

E, ainda por cima, a um assassino!

— Eu não sei… — Choo-ja suspirou, balançando a cabeça. — Eu não vou me meter nisso.

— Por favor! — Lee-yeon implorou. — Só finja que eu sou casada e que você já sabia de tudo! Por favor!

Choo-ja pressionou as têmporas, sentindo a dor de cabeça chegar. Ela já havia se casado cinco vezes. Três de seus maridos haviam morrido. Ela os havia velado. E isso a incomodava profundamente. Ela achou essa situação muito suspeita. Por que um homem como ele, com dinheiro e poder, estava escondido no interior, em vez de ser tratado em um hospital luxuoso de Seul? E por que o irmão mais velho estava ameaçando Lee-yeon para que cuidasse dele? E onde estão os pais dele?

— Lee-yeon?

A voz masculina fez Choo-ja se sobressaltar. Ela arregalou os olhos ao ouvir aquele tom.

Era uma voz profunda, séria. Uma voz que exigia atenção. Choo-ja virou-se para encará-lo. Ele descia as escadas do segundo andar.

— Olá, meu filho.

(Os coreanos chamam seus genros de “filho”)

— Eu nunca ouvi falar de um hospital para árvores…

Kwon Chae-woo olhou vagarosamente ao redor, analisando o interior do lugar.

Lee-yeon não conseguia parar de balançar o corpo para frente e para trás, como se tentasse conter o impulso de fugir do homem que estava sentado no sofá na frente dela. Enquanto isso, Choo-ja o observava atentamente. Ela tinha décadas de experiência. Desde que aprendera fisionomia com seu monge favorito, nunca errara um julgamento sobre alguém.

Esse é mesmo o homem que tentou enterrar alguém vivo?

Ele parece tão autoritário… e bonito. Seu rosto era impecável.

Havia algo frio e calculista em sua expressão, mas seus olhos eram longos e retos, quase suaves. Ele não parecia um assassino. E, além de tudo, tinha um ar sofisticado. Pelo formato do rosto e a postura, era evidente que nascera em uma família rica.

“Seria decepcionante se ele fosse apenas um assassino qualquer. No mínimo, ele deve ser alguém com autoridade e poder.”

— Mãe…

Kwon Chae-woo baixou o olhar e chamou, educadamente. Sua boca ficou rígida, como se não estivesse acostumado a dizer essa palavra.

— Posso me mudar para lá? Quero sentar ao lado de Lee-yeon.

(Os coreanos chamam suas sogras de “mãe”)

Choo-ja ficou boquiaberta. Ela sempre foi alguém calma e racional, independente da situação. Mas, dessa vez, perdeu a compostura. Lee-yeon congelou no lugar. Nenhuma das duas reagiu imediatamente. Ele as encarou, como se estivesse esperando alguma resposta. Então, Lee-yeon se moveu para o outro lado do sofá e se sentou ao lado dele. Assim que o fez, ele relaxou. Seus olhos se encheram de alívio.

— Hã… Kwon Chae-woo… — Lee-yeon pigarreou. — Choo-ja não é minha mãe. Ela é uma funcionária daqui. Nós nos conhecemos há quinze anos. Acho que ela só te chamou de “filho” porque se sente à vontade com você.

— Por que você me chama pelo nome completo?

— O quê?

— Quero que você se sinta confortável comigo também.

Lee-yeon ficou sem palavras, incerta de como responder a isso, Choo-ja, por outro lado, suspirou e esfregou a testa. Talvez por ter perdido a memória, os olhos dele estavam completamente focados apenas em Lee-yeon.

 

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©2019 summer fansub- o harém mais quente.

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